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Lipoescultura promete contorno mais harmônico ao corpo

 

Marco Cassol, cirurgião plástico especialista em face, ressalta que é importante que a pessoa saiba que a lipoaspiração em geral não é cirurgia para emagrecer. “O paciente deve estar no peso ideal para realizar a retirada de gordura localizada”, diz.

Ainda de acordo com Cassol, o resultado da lipoescultura aparece, em média, depois de quatro meses.

“Nos locais onde retiramos muita gordura nunca mais acontece acúmulo de gordura. Mesmo assim, o paciente deve manter uma dieta hiperproteica para ajudar a manter o resultado da cirurgia”, ressalta Cassol.

Perguntas e respostas sobre a lipoescultura

Confira os esclarecimentos para as principais dúvidas sobre lipoescultura:

1. Qual a diferença entre lipoaspiração e lipoescultura?

Lipoescultura é a lipoaspiração com enxerto de gordura em algum local do corpo. Ou seja, retira-se a gordura de um lugar e se coloca em outro. A lipoaspiração refere-se somente à retirada de gordura por cânulas que fazem a sucção”, explica Cassol.

 

2. Para quem é indicada a lipoescultura?

“Ela é indicada, basicamente, para os pacientes que precisam preencher algum lugar do corpo ou do rosto com gordura”, diz Cassol.

Vale reforçar que a lipoaspiração e a lipoescultura não são cirurgias indicadas para quem deseja emagrecer. A pessoa deve estar no peso ideal para retirar a gordura localizada de determinadas partes do corpo.

 

3. A lipoescultura é dolorida? E o pós-operatório?

A recuperação é semelhante à recuperação da lipoaspiração, de acordo com Cassol. “O desconforto é proporcional à retirada de gordura. Quanto mais aspiramos, maior é o desconforto”, diz. Vale ressaltar que a ideia de dor e de desconforto é muito relativa. Algumas pessoas podem sentir mais; outras, menos.

 

4. Pode-se associar outra cirurgia (como colocação de silicone) à lipoescultura?

Normalmente não se associa outra cirurgia com a lipoescultura, de acordo com Cassol. Marcelo Moreira explica que a colocação de silicone, por exemplo, na mesma cirurgia, até é possível. “Mas só é definido após a realização de exames clínicos, e a liberação do clínico”, destaca.

 

5. Preciso fazer drenagem após a lipoescultura?

“Drenagem linfática é sempre indicada no pós-operatório, pois ajuda a desinchar e a modelar a gordura”, destaca Cassol.

 

6. O que é a minilipo?

“Minilipo é exatamente a mesma coisa que a lipoaspiração, só que realizada no consultório (sem os cuidados de um hospital) e com anestesia local (paciente acordado e sentindo toda a manipulação)”, diz Cassol. Ela é considerada uma lipoaspiração pequena, realizada por partes, com volume menor lipoaspirado.

 

7. Posso fazer a lipoescultura antes de engravidar?

Deve, de acordo com Cassol. “Pacientes que começam a gestação na melhor condição física conseguem manter o melhor resultado e recuperação após a gestação”, diz.

 

8. Se eu engordar alguns quilos depois, vou perder o resultado da lipoescultura?

“Não perde o resultado, pois onde foi retirado muito tecido gorduroso, o tecido nunca volta a crescer como antes. Mas as outras áreas do corpo acabam sofrendo acúmulo de gordura”, destaca Cassol.

 

9. Qual o risco de complicações na lipoescultura?

“O mais grave e mais raro é a embolia pulmonar. Mas outros riscos menores sempre existem, como em qualquer cirurgia. Por isso os cuidados de fazer a lipoescultura em hospital preparado, com anestesista especializada e cirurgião plástico qualificado”, ressalta o cirurgião plástico Cassol.

 

10. Quando poderei voltar a me exercitar depois da lipoescultura?

De acordo com Cassol, em torno de dois meses após a cirurgia.

 

11. Quando poderei voltar a trabalhar depois da lipoescultura?

Em torno de uma semana depois da cirurgia, de acordo com Cassol.

 

Lipoaspiração Cirurgião Plástico

Clínica de Cirurgia Plástica SP

 

Bochechas salientes já podem ser resolvidas com cirurgia plástica

Na hora de tirar aquela foto com os amigos, você é o único que não sorri ou abre bem de leve a boca, no intuito de evitar que as bochechas, já redondas, fiquem ainda maiores. A fase de piadas já passou, mas a sensação é de que esse tormento nunca terá fim.

Será mesmo? A medicina estética anda tão avançada que a nova onda se chama Bichectomia: cirurgia que tem como intuito reduzir as bolas de bichat (camada de gordura da região bucal), diminuindo as bochechas e afinando o rosto. “Nos Estados Unidos, esse procedimento já é feito há 40 anos, mas no Brasil ainda é novidade”, conta Marco Cassol, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Contato Marco Cassol

Sua Clínica de Cirurgia Plástica SP

Mesmo sem estatísticas específicas da SBCP, o número de homens buscando esse procedimento tem crescido, diz o cirurgião. Tudo isso para diminuir o formato arredondado do rosto, que deixa a imagem um pouco infantilizada.
“Existem diversos famosos que realizam o procedimento, e nós, cirurgiões, conseguimos detectar facilmente. Porém, eles não divulgam isto na mídia porque a intenção é que se pareçam naturais.

Dois exemplos de atores que possivelmente realizaram o procedimento são os norte americanos Pierce Brosnan e Keanu Reaves”, esclarece Cassol.

Famosos que fizeram Bichectomia

Bichectomia dos famosos

Segundo o profissional, a maioria dos pacientes que procura a cirurgia está infeliz com sua aparência facial e quer mudanças. “Na maioria dos casos, são aquelas pessoas que possuem bochechas proeminentes congênitas, que têm algum tipo de deformação ou sinal não desejado, como as covinhas”, afirma Cassol.

Bichectomia – Antes do procedimento

Se você pensou em um bando de recomendações, esqueça! De acordo com Vitorio Maddarena, cirurgião plástico e diretor da Clínica Maddarena, em São Paulo, são realizados apenas exames de rotina pré-operatórios e no dia da cirurgia o indicado é não ingerir alimentos pesados e de difícil digestão. “Também é importante realizar uma boa higiene bucal, já que as incisões são feitas pela parte de dentro da boca”, aconselha.

Keanu Reeves (Foto: Getty Images)

 

Entrevista cedida ao GQ – Cuidados

Contato Marco Cassol

 

Tratamentos Para Remodelar As Curvas, Firmar a Pele e Reduzir Celulite

É possível investir em intervenções estéticas mais drásticas para tratar bumbum, glúteos, coxas e mais áreas do corpo.

Especialistas antecipam 5 novidades em cirurgia plástica e dermatologia dos principais congressos da área que devem ser sucesso.

tratamento celulite

 

Aparelho já é usado no Brasil para fins não estéticos, como tratamento de pedra nos rins e terapias ortopédicas. Seguindo o exemplo dos Estados Unidos, onde virou febre e é usado por celebridades como Madonna (que tem um em casa), acaba de ser aprovado para combater a celulite, inclusive em graus avançados. “Ele emana ondas acústicas de forma dispersa.

Elas promovem um choque físico que lesiona as células de gordura e destrói as fibroses que causam o problema”, diz a dermatologista MA, de São Paulo.

ÁREAS TRATADAS:  Barriga, bumbum, coxas, culote e braços. 

BÔNUS: A grande vantagem do D-Actor 200 em comparação a outros procedimentos que usam calor é que ele não desencadeia problemas relacionados ao aumento da temperatura, como foliculite e varizes.

O aparelho também está sendo testado para melhorar cicatrizes, queloides e estrias. SESSÕES: De seis a dez, uma por semana. 

RESULTADO: A partir da quarta aplicação, é possível notar a pele mais lisa e a celulite reduzida. CUIDADOS: O tratamento pode ser dolorido (depende da sensibilidade da paciente), mas não deixa marcas nem inchaço.

PREÇO MÉDIO: R$ 250 cada sessão.

 

SILHOUETTE: Lifting Corporal

A técnica micro invasiva com fios já faz sucesso no rosto para esticar a pele e ajudar a reduzir a flacidez. “Os novos fios, que vão estar disponíveis ainda no primeiro semestre, têm mais microcones, para uso específico no corpo”, diz o dermatologista JV, de São Paulo. É indicada para quem tem flacidez moderada e não quer se submeter ao lifting cirúrgico, mais invasivo.

ÁREAS TRATADAS: Abdome, glúteos, coxas e braços.

BÔNUS: O material usado é o ácido polilático, que é absorvido pelo organismo e estimula a produção de colágeno.

SESSÕES: Uma só, feita na clínica e com anestesia local.

RESULTADO: Aparece um mês após o procedimento e dura cerca de dois anos.

CUIDADOS: Podem aparecer edemas e hematomas, que somem depois de mais ou menos dez dias.

PREÇO MÉDIO: A partir de R$ 4 mil.

 

LIPOFILLING: Mais volume nos seios

O procedimento é o mesmo de uma lipoescultura: retira-se gordura de uma área onde há excesso (abdome, culote, coxas, braços) e injeta-se nos seios, em duas incisões paralelas no mamilo.

Feita em hospital e com anestesia peridural, é uma cirurgia menos invasiva em relação à lipoescultura porque a quantidade de gordura utilizada é bem menor – usam-se entre 200 e 300 mililitros em cada mama (aplicados com seringas).

A indicação é bem específica: para quem tem seios muito pequenos e quer disfarçar a falta, ou para quem tem prótese de silicone e, por ser muito magra, quer eliminar o vão entre os seios.

BÔNUS:Como o enxerto não é de um corpo estranho (como no caso do silicone), a técnica oferece risco mínimo de complicação. Problemas típicos da colocação de próteses, como rejeição, encapsulamento e cicatrização ruim, não acontecem.

RESULTADO: Aparece depois de dois meses, já que cerca de 20% da gordura injetada é reabsorvida pelo organismo.O efeito é permanente, dá para aumentar até dois números do sutiã, mas o tamanho da mama pode variar se a mulher emagrecer ou engordar demais.

CUIDADOS: A primeira semana deve ser de repouso total e na seguinte já é possível dirigir e fazer uma caminhada leve. “A aparência nunca vai ser igual à do implante, com o volume definido, mas não deixa de ser uma boa alternativa”, diz o cirurgião plástico Marco Cassol, de São Paulo.

PREÇO MÉDIO: R$ 15 mil.

 

ADIPO-TRAP: Para afinar a silhueta

Produzido com a secreção extraída da planta sundew, o novo princípio ativo começa a ser empregado em cremes corporais para reduzir medidas, celulite e flacidez de nível leve a moderado. “A substância é rica em polissacarídeos que impedem o acúmulo de gordura e inibem a atividade da elastase (enzima que destrói a elastina, que faz a sustentação da pele)”, diz o farmacêutico MP, de São Paulo.

ÁREAS TRATADAS: Coxas, bumbum, barriga, culote e braços.

BÔNUS: Pode ser associado a outros agentes, como o retinol (hidratante) e a cafeína (antioxidante que turbina o efeito anticelulite).

RESULTADO: Nos testes, foi comprovada uma diminuição de 1,4 centímetro nas coxas em 15 dias. E o efeito permanece depois que você para de usar o produto. “A gordura quebrada é liberada na forma de ácidos graxos, que são queimados para produzir energia para as células”, diz o cirurgião.

CUIDADOS: É preciso aplicar o creme duas vezes por dia para potencializar os resultados.

PREÇO MÉDIO: Variável, pois depende da quantidade usada no creme.

5. ULTHERAPY: Bumbum firme sem cortes

A tecnologia utilizada para reduzir a flacidez e melhorar o contorno de rosto, pescoço e colo agora é uma ótima opção para levantar e firmar o bumbum. “São aplicadas ondas de ultrassom na região da prega glútea (onde termina a coxa e começa o bumbum), que, quando atingem as camadas profundas da pele, estimulam a produção de colágeno nessas áreas”, diz a dermatologista Claudia M, de SP. É indicado para quem tem flacidez moderada e o efeito, segundo especialistas, é parecido com o do lifting cirúrgico.

ÁREAS TRATADAS: Glúteos, coxas e abdome. 

BÔNUS: A melhora da firmeza da pele ameniza também o aspecto da celulite.

SESSÕES: Uma, com duração média de 40 minutos.

RESULTADO: Entre o terceiro e o  sexto mês após o procedimento, o ganho de tônus é progressivo, de maneira que os efeitos são duradouros.

CUIDADOS: É praticamente indolor e utiliza anestésico tópico. É preciso, porém, ter cautela para se sentar na primeira semana.

PREÇO MÉDIO: A partir de R$ 5 mil.

Entrevista a revista Marie Claire

Cinta Modeladora podem causar insuficiência respiratória

As cintas modeladoras caíram nas graças das celebridades. De Kim Kardashian a Mulher Melão, elas adoram a peça para deixar a cinturinha bem fina. Porém,  o que parece ser somente estético pode ser perigoso.

Cinta Modeladora

Cintas modeladoras caíram nas graças das celebridades

Em entrevista ao R7, o cirurgião plástico Marco Cassol, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, contou quais danos à saúde a cinta pode causar.

— As cintas modeladoras podem causar danos à saúde, como restrições respiratórias. A pessoa tem dificuldade de respirar com o diafragma, que é a base do pulmão, músculo responsável por empurrar para baixo as vísceras que expandem o pulmão.

Com o uso da cinta, todas as vísceras abdominais ficam restritas, possibilitando assim, o surgimento de uma grave restrição respiratória ou até mesmo, uma insuficiência respiratória. Talvez essa seja a condição mais importante e mais grave do uso da cinta.

Dr. Marco falou que o uso da cinta por muito tempo, como a Mulher Melão faz, por exemplo, é perigoso.

—  Usar a cinta por muito tempo, durante muitas horas no dia, pode gerar atrofia da musculatura paravertebral e da musculatura da coluna, o que, fatalmente, repercutirá nas costas com dores futuras.

A intensidade da força que a cinta exerce no paciente também é outro fator para ficar atento.

— O indivíduo que usa a cinta muito apertada no final do tórax – das duas vértebras situantes, corre o risco de ter suas costelas curvadas e obter o efeito de deformidade torácica, semelhante ao do processo de retirada da cartilagem das costelas.  E isso não é uma coisa bem vinda.

Além disso, a cinta pode deformar o corpo da mulher. O uso dela por vários dias e  horas acarreta complicações.

— Vale ressaltar que o uso do espartilho e do corselete, que são aquelas cintas com os cadarços mais fortes, gera uma restrição respiratória muito mais importante.

A prática de exercícios físicos e de uma dieta regrada apresentam resultados mais importantes e mais saudáveis do que o uso da cinta. A cinta modeladora usada no pós-operatório, normal das cirurgias plásticas corporais, são bem vindas.

Em alguns casos a cinta se torna uma aliada importante, como, por exemplo, no caso das pacientes que ganham bebês e estão ainda com aquele abdômen um pouco aumentado depois da gestação, ou aqueles pacientes, que por algum motivo, tiveram de passaram por  uma cirurgia plástica corporal.

O médico alerta que mulheres com problemas na coluna e atrofia da musculatura abdominal não usem a peça.

— Mulheres que apresentaram durante a gestação uma atrofia muito importante na musculatura do abdômen e da musculatura paravertebral das costas, correm o risco de potencializar essa atrofia ao utilizar esta peça.

Apesar de muitas mulheres falarem que nem sentem que estão com a cinta, Dr. Marco contou que é possível sentir dor com o uso.

— É bastante comum que a paciente sinta um desconforto por conta do aperto, restrições respiratórias e alimentares, e até mesmo dores depois que a cinta é retirada. Isso em função da atrofia da musculatura, seja ela a musculatura abdominal ou paravertebral.

Sua Clínica de Cirurgia Plástica SP

Se você quer usar a peça, consulte um médico.

— Quando bem indicado, o uso da cinta pode ótimo. A cinta modeladora em si não tem grandes restrições, mas o uso dos corpetes e corseletes causam restrições respiratórias e alimentares relevantes.

 

Artigo retirado em entrevista ao site R7 

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Saiba mais sobre o Transtorno de Imagem sofrido por Daiana Garbin

“Eu odeio o meu corpo”, “detesto sair em fotos”, “eu me sinto gorda”. Essas são apenas algumas das frases ditas por Daiana Garbin, ex-repórter do jornal SPTV e do programa Bem Estar, da Globo, em seu primeiro vídeo para o YouTube.

A esposa de Tiago Leifert decidiu sair da emissora para se dedicar à criação do canal Eu Vejo, no qual fala sobre problemas alimentares e um transtorno com o qual tem sofrido desde a infância: a dismorfia corporal.

Ouvir uma confissão forte como essa vinda de uma moça que é tão elogiada por sua beleza pode parecer estranho. Mas a verdade é que Daiana vem sofrendo, e muito, com a maneira como lida com sua própria imagem.

O que é a dismorfia corporal?

“A doença está relacionada a uma compulsão por falhas que a pessoa enxerga em si mesma, mas que geralmente os outros não veem”, diz Elaine Lopes, psicóloga especialista em transtornos alimentares e obesidade, de Santos.
Ou seja, quem tem o transtorno cisma com algo em seu corpo que acha feio e começa a dar proporções gigantescas para o suposto defeito. Pode ser o formato da orelha, um nariz muito grande, uma cicatriz…
Ou, como no caso de Daiana, uma distorção relacionada ao peso, já que ela se vê maior do que é. Pode começar na infância, mas geralmente se inicia na adolescência. Essa preocupação com a “falha” causa sofrimento e pode afetar o dia a dia.
Daiana, por exemplo, relata que às vezes sente dificuldade de sair de casa pra trabalhar, que prefere roupas pretas (porque tem a sensação de que a deixam mais magra) e que não usa alcinha, por achar que seu braço é grande demais. “Isso compromete a vida social.
A pessoa pode deixar de ir a restaurantes com amigos, por exemplo, por achar
que não pode comer tanto quanto eles. Nos casos mais graves, pode até acarretar em algum tipo de depressão”, completa.

Os transtornos alimentares

Além dos problemas já citados, a doença também pode ser o estopim para o desenvolvimento de transtornos alimentares, como anorexia e bulimia. Quando alguém se vê maior do que realmente é, tende a querer emagrecer, nem que seja a qualquer custo.
“No caso da anorexia, o caminho encontrado para isso é diminuindo drasticamente a quantidade de comida ingerida, ou até
parando de comer por um tempo”, diz a especialista. Isso pode trazer graves consequências para o organismo, como anemia e até insuficiência cardíaca. Já no caso da bulimia, a forma encontrada para perder peso é “compensando” a ingestão de comida.
“A culpa que a pessoa sente por comer é tão grande que ela pode chegar ao ponto até de provocar o vômito constantemente, ingerir
laxantes para eliminar o que está dentro do organismo ou até fazer exercícios físicos em excesso, tudo para tentar se livrar das calorias”, completa a psicóloga.

Tudo tem uma causa

É impossível dizer com precisão por que cada pessoa dá um significado diferente para as coisas que acontecem em sua vida. “Crianças que foram muito cobradas na infância podem se tornar exigentes demais com a própria aparência quando adultas, por exemplo”, esclarece Elaine.
Mas um fator muito importante para explicar por que esses transtornos têm aparecido com cada vez mais frequência nos consultórios médicos são os chamados “padrões de beleza”.
Como a própria Daiana diz em um de seus vídeos: “Alguém colocou na nossa cabeça que nós temos que ser magras”. Isso ocorre porque na nossa cultura ser bonita ou bonito está associado à ideia de ser magro. O caminho para escapar dessa noia é aceitando o próprio corpo do jeitinho que ele é.

Passo a passo do tratamento

Até chegar à sala do psicólogo, o caminho é longo. Muitas vezes, a pessoa busca amenizar o defeito que enxerga em si mesma antes de entender – ou aceitar – que tem um transtorno. “É comum que se recorra a várias cirurgias plásticas para mudar algo que, em situações normais, não seriam necessárias.
A própria Daiana declarou que já fez três lipoaspirações”, explica Marco Cassol, cirurgião plástico de São Paulo. No entanto, depois de receber o diagnóstico, o tratamento é feito com terapia e medicamentos receitados por um psiquiatra.
O melhor de tudo é que existe cura: a pessoa pode mudar completamente a perspectiva que tem sobre sua própria imagem e ser feliz novamente.

 

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Olá!
Gostaria de tirar alguma dúvida com o Dr. Marco??
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