Escolha uma Página

Tratamentos Para Remodelar As Curvas, Firmar a Pele e Reduzir Celulite

É possível investir em intervenções estéticas mais drásticas para tratar bumbum, glúteos, coxas e mais áreas do corpo.

Especialistas antecipam 5 novidades em cirurgia plástica e dermatologia dos principais congressos da área que devem ser sucesso.

tratamento celulite

 

Aparelho já é usado no Brasil para fins não estéticos, como tratamento de pedra nos rins e terapias ortopédicas. Seguindo o exemplo dos Estados Unidos, onde virou febre e é usado por celebridades como Madonna (que tem um em casa), acaba de ser aprovado para combater a celulite, inclusive em graus avançados. “Ele emana ondas acústicas de forma dispersa.

Elas promovem um choque físico que lesiona as células de gordura e destrói as fibroses que causam o problema”, diz a dermatologista MA, de São Paulo.

ÁREAS TRATADAS:  Barriga, bumbum, coxas, culote e braços. 

BÔNUS: A grande vantagem do D-Actor 200 em comparação a outros procedimentos que usam calor é que ele não desencadeia problemas relacionados ao aumento da temperatura, como foliculite e varizes.

O aparelho também está sendo testado para melhorar cicatrizes, queloides e estrias. SESSÕES: De seis a dez, uma por semana. 

RESULTADO: A partir da quarta aplicação, é possível notar a pele mais lisa e a celulite reduzida. CUIDADOS: O tratamento pode ser dolorido (depende da sensibilidade da paciente), mas não deixa marcas nem inchaço.

PREÇO MÉDIO: R$ 250 cada sessão.

 

SILHOUETTE: Lifting Corporal

A técnica micro invasiva com fios já faz sucesso no rosto para esticar a pele e ajudar a reduzir a flacidez. “Os novos fios, que vão estar disponíveis ainda no primeiro semestre, têm mais microcones, para uso específico no corpo”, diz o dermatologista JV, de São Paulo. É indicada para quem tem flacidez moderada e não quer se submeter ao lifting cirúrgico, mais invasivo.

ÁREAS TRATADAS: Abdome, glúteos, coxas e braços.

BÔNUS: O material usado é o ácido polilático, que é absorvido pelo organismo e estimula a produção de colágeno.

SESSÕES: Uma só, feita na clínica e com anestesia local.

RESULTADO: Aparece um mês após o procedimento e dura cerca de dois anos.

CUIDADOS: Podem aparecer edemas e hematomas, que somem depois de mais ou menos dez dias.

PREÇO MÉDIO: A partir de R$ 4 mil.

 

LIPOFILLING: Mais volume nos seios

O procedimento é o mesmo de uma lipoescultura: retira-se gordura de uma área onde há excesso (abdome, culote, coxas, braços) e injeta-se nos seios, em duas incisões paralelas no mamilo.

Feita em hospital e com anestesia peridural, é uma cirurgia menos invasiva em relação à lipoescultura porque a quantidade de gordura utilizada é bem menor – usam-se entre 200 e 300 mililitros em cada mama (aplicados com seringas).

A indicação é bem específica: para quem tem seios muito pequenos e quer disfarçar a falta, ou para quem tem prótese de silicone e, por ser muito magra, quer eliminar o vão entre os seios.

BÔNUS:Como o enxerto não é de um corpo estranho (como no caso do silicone), a técnica oferece risco mínimo de complicação. Problemas típicos da colocação de próteses, como rejeição, encapsulamento e cicatrização ruim, não acontecem.

RESULTADO: Aparece depois de dois meses, já que cerca de 20% da gordura injetada é reabsorvida pelo organismo.O efeito é permanente, dá para aumentar até dois números do sutiã, mas o tamanho da mama pode variar se a mulher emagrecer ou engordar demais.

CUIDADOS: A primeira semana deve ser de repouso total e na seguinte já é possível dirigir e fazer uma caminhada leve. “A aparência nunca vai ser igual à do implante, com o volume definido, mas não deixa de ser uma boa alternativa”, diz o cirurgião plástico Marco Cassol, de São Paulo.

PREÇO MÉDIO: R$ 15 mil.

Tratamentos Para Remodelar As Curvas, Firmar a Pele e Reduzir Celulite 1

 

ADIPO-TRAP: Para afinar a silhueta

Produzido com a secreção extraída da planta sundew, o novo princípio ativo começa a ser empregado em cremes corporais para reduzir medidas, celulite e flacidez de nível leve a moderado. “A substância é rica em polissacarídeos que impedem o acúmulo de gordura e inibem a atividade da elastase (enzima que destrói a elastina, que faz a sustentação da pele)”, diz o farmacêutico MP, de São Paulo.

ÁREAS TRATADAS: Coxas, bumbum, barriga, culote e braços.

BÔNUS: Pode ser associado a outros agentes, como o retinol (hidratante) e a cafeína (antioxidante que turbina o efeito anticelulite).

RESULTADO: Nos testes, foi comprovada uma diminuição de 1,4 centímetro nas coxas em 15 dias. E o efeito permanece depois que você para de usar o produto. “A gordura quebrada é liberada na forma de ácidos graxos, que são queimados para produzir energia para as células”, diz o cirurgião.

CUIDADOS: É preciso aplicar o creme duas vezes por dia para potencializar os resultados.

PREÇO MÉDIO: Variável, pois depende da quantidade usada no creme.

5. ULTHERAPY: Bumbum firme sem cortes

A tecnologia utilizada para reduzir a flacidez e melhorar o contorno de rosto, pescoço e colo agora é uma ótima opção para levantar e firmar o bumbum. “São aplicadas ondas de ultrassom na região da prega glútea (onde termina a coxa e começa o bumbum), que, quando atingem as camadas profundas da pele, estimulam a produção de colágeno nessas áreas”, diz a dermatologista Claudia M, de SP. É indicado para quem tem flacidez moderada e o efeito, segundo especialistas, é parecido com o do lifting cirúrgico.

ÁREAS TRATADAS: Glúteos, coxas e abdome. 

BÔNUS: A melhora da firmeza da pele ameniza também o aspecto da celulite.

SESSÕES: Uma, com duração média de 40 minutos.

RESULTADO: Entre o terceiro e o  sexto mês após o procedimento, o ganho de tônus é progressivo, de maneira que os efeitos são duradouros.

CUIDADOS: É praticamente indolor e utiliza anestésico tópico. É preciso, porém, ter cautela para se sentar na primeira semana.

PREÇO MÉDIO: A partir de R$ 5 mil.

Entrevista a revista Marie Claire

Cinta Modeladora podem causar insuficiência respiratória

As cintas modeladoras caíram nas graças das celebridades. De Kim Kardashian a Mulher Melão, elas adoram a peça para deixar a cinturinha bem fina. Porém,  o que parece ser somente estético pode ser perigoso.

Cinta Modeladora

Cintas modeladoras caíram nas graças das celebridades

Em entrevista ao R7, o cirurgião plástico Marco Cassol, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, contou quais danos à saúde a cinta pode causar.

— As cintas modeladoras podem causar danos à saúde, como restrições respiratórias. A pessoa tem dificuldade de respirar com o diafragma, que é a base do pulmão, músculo responsável por empurrar para baixo as vísceras que expandem o pulmão.

Com o uso da cinta, todas as vísceras abdominais ficam restritas, possibilitando assim, o surgimento de uma grave restrição respiratória ou até mesmo, uma insuficiência respiratória. Talvez essa seja a condição mais importante e mais grave do uso da cinta.

Dr. Marco falou que o uso da cinta por muito tempo, como a Mulher Melão faz, por exemplo, é perigoso.

—  Usar a cinta por muito tempo, durante muitas horas no dia, pode gerar atrofia da musculatura paravertebral e da musculatura da coluna, o que, fatalmente, repercutirá nas costas com dores futuras.

A intensidade da força que a cinta exerce no paciente também é outro fator para ficar atento.

— O indivíduo que usa a cinta muito apertada no final do tórax – das duas vértebras situantes, corre o risco de ter suas costelas curvadas e obter o efeito de deformidade torácica, semelhante ao do processo de retirada da cartilagem das costelas.  E isso não é uma coisa bem vinda.

Além disso, a cinta pode deformar o corpo da mulher. O uso dela por vários dias e  horas acarreta complicações.

— Vale ressaltar que o uso do espartilho e do corselete, que são aquelas cintas com os cadarços mais fortes, gera uma restrição respiratória muito mais importante.

A prática de exercícios físicos e de uma dieta regrada apresentam resultados mais importantes e mais saudáveis do que o uso da cinta. A cinta modeladora usada no pós-operatório, normal das cirurgias plásticas corporais, são bem vindas.

Em alguns casos a cinta se torna uma aliada importante, como, por exemplo, no caso das pacientes que ganham bebês e estão ainda com aquele abdômen um pouco aumentado depois da gestação, ou aqueles pacientes, que por algum motivo, tiveram de passaram por  uma cirurgia plástica corporal.

O médico alerta que mulheres com problemas na coluna e atrofia da musculatura abdominal não usem a peça.

— Mulheres que apresentaram durante a gestação uma atrofia muito importante na musculatura do abdômen e da musculatura paravertebral das costas, correm o risco de potencializar essa atrofia ao utilizar esta peça.

Apesar de muitas mulheres falarem que nem sentem que estão com a cinta, Dr. Marco contou que é possível sentir dor com o uso.

— É bastante comum que a paciente sinta um desconforto por conta do aperto, restrições respiratórias e alimentares, e até mesmo dores depois que a cinta é retirada. Isso em função da atrofia da musculatura, seja ela a musculatura abdominal ou paravertebral.

Cinta Modeladora podem causar insuficiência respiratória 2

Sua Clínica de Cirurgia Plástica SP

Se você quer usar a peça, consulte um médico.

— Quando bem indicado, o uso da cinta pode ótimo. A cinta modeladora em si não tem grandes restrições, mas o uso dos corpetes e corseletes causam restrições respiratórias e alimentares relevantes.

 

Artigo retirado em entrevista ao site R7 

[ratingwidget_toprated type=”posts” created_in=”all_time” direction=”rtl” max_items=”3″ min_votes=”1″ order=”DESC” order_by=”avgrate”]

Saiba mais sobre o Transtorno de Imagem sofrido por Daiana Garbin

“Eu odeio o meu corpo”, “detesto sair em fotos”, “eu me sinto gorda”. Essas são apenas algumas das frases ditas por Daiana Garbin, ex-repórter do jornal SPTV e do programa Bem Estar, da Globo, em seu primeiro vídeo para o YouTube.

A esposa de Tiago Leifert decidiu sair da emissora para se dedicar à criação do canal Eu Vejo, no qual fala sobre problemas alimentares e um transtorno com o qual tem sofrido desde a infância: a dismorfia corporal.

Ouvir uma confissão forte como essa vinda de uma moça que é tão elogiada por sua beleza pode parecer estranho. Mas a verdade é que Daiana vem sofrendo, e muito, com a maneira como lida com sua própria imagem.

O que é a dismorfia corporal?

“A doença está relacionada a uma compulsão por falhas que a pessoa enxerga em si mesma, mas que geralmente os outros não veem”, diz Elaine Lopes, psicóloga especialista em transtornos alimentares e obesidade, de Santos.
Ou seja, quem tem o transtorno cisma com algo em seu corpo que acha feio e começa a dar proporções gigantescas para o suposto defeito. Pode ser o formato da orelha, um nariz muito grande, uma cicatriz…
Ou, como no caso de Daiana, uma distorção relacionada ao peso, já que ela se vê maior do que é. Pode começar na infância, mas geralmente se inicia na adolescência. Essa preocupação com a “falha” causa sofrimento e pode afetar o dia a dia.
Daiana, por exemplo, relata que às vezes sente dificuldade de sair de casa pra trabalhar, que prefere roupas pretas (porque tem a sensação de que a deixam mais magra) e que não usa alcinha, por achar que seu braço é grande demais. “Isso compromete a vida social.
A pessoa pode deixar de ir a restaurantes com amigos, por exemplo, por achar
que não pode comer tanto quanto eles. Nos casos mais graves, pode até acarretar em algum tipo de depressão”, completa.

Os transtornos alimentares

Além dos problemas já citados, a doença também pode ser o estopim para o desenvolvimento de transtornos alimentares, como anorexia e bulimia. Quando alguém se vê maior do que realmente é, tende a querer emagrecer, nem que seja a qualquer custo.
“No caso da anorexia, o caminho encontrado para isso é diminuindo drasticamente a quantidade de comida ingerida, ou até
parando de comer por um tempo”, diz a especialista. Isso pode trazer graves consequências para o organismo, como anemia e até insuficiência cardíaca. Já no caso da bulimia, a forma encontrada para perder peso é “compensando” a ingestão de comida.
“A culpa que a pessoa sente por comer é tão grande que ela pode chegar ao ponto até de provocar o vômito constantemente, ingerir
laxantes para eliminar o que está dentro do organismo ou até fazer exercícios físicos em excesso, tudo para tentar se livrar das calorias”, completa a psicóloga.

Tudo tem uma causa

É impossível dizer com precisão por que cada pessoa dá um significado diferente para as coisas que acontecem em sua vida. “Crianças que foram muito cobradas na infância podem se tornar exigentes demais com a própria aparência quando adultas, por exemplo”, esclarece Elaine.
Mas um fator muito importante para explicar por que esses transtornos têm aparecido com cada vez mais frequência nos consultórios médicos são os chamados “padrões de beleza”.
Como a própria Daiana diz em um de seus vídeos: “Alguém colocou na nossa cabeça que nós temos que ser magras”. Isso ocorre porque na nossa cultura ser bonita ou bonito está associado à ideia de ser magro. O caminho para escapar dessa noia é aceitando o próprio corpo do jeitinho que ele é.

Passo a passo do tratamento

Até chegar à sala do psicólogo, o caminho é longo. Muitas vezes, a pessoa busca amenizar o defeito que enxerga em si mesma antes de entender – ou aceitar – que tem um transtorno. “É comum que se recorra a várias cirurgias plásticas para mudar algo que, em situações normais, não seriam necessárias.
A própria Daiana declarou que já fez três lipoaspirações”, explica Marco Cassol, cirurgião plástico de São Paulo. No entanto, depois de receber o diagnóstico, o tratamento é feito com terapia e medicamentos receitados por um psiquiatra.
O melhor de tudo é que existe cura: a pessoa pode mudar completamente a perspectiva que tem sobre sua própria imagem e ser feliz novamente.

 

Pós-Operatório: Como Garantir Uma Boa Recuperação e Cicatrização?

Adotar hábitos como se alimentar adequadamente, dormir bem e não se estressar são fundamentais para um bom resultado na sua cirurgia. 

 

Não é novidade que a época do ano de maior procura por procedimentos cirúrgicos é no inverno, quando o tempo de exposição ao sol é menor e o clima mais ameno favorece a recuperação e reduz os incômodos associados à intervenção.

Com a chegada da primavera,cirurgias com fins estéticos como as de implantação de silicone nos seios, lipoaspiração e rinoplastia continuam em alta visando o verão. Mas antes de se submeter a qualquer uma delas, é preciso se informar obre os cuidados pré e pós-operatórios exigidos.

“Após a cirurgia plástica, é hora de cuidar do pós-operatório e tudo deve ser seguido à risca para evitar cicatrizes, inflamações, inchaços e outras complicações”, afirma o cirurgião plástico Noel.

É claro que os cuidados vão depender do procedimento ao qual o paciente está se submetendo, mas existem hábitos comuns que, quando adotados, podem favorecer a recuperação. “Nas cirurgias de contorno corporal, por exemplo, deve-se fazer repouso relativo por pelo menos uma semana, evitar o fumo, priorizar uma alimentação balanceada, incluindo proteína na dieta, e usar as malhas compressivas indicadas pelo médico”, enumera o cirurgião plástico Márcio C.

De modo geral, Noel destaca as seguintes precauções que não devem ser deixadas de lado: repousar por pelo menos 20 dias (dependendo de cada caso), voltar ao hospital ou à clínica para a troca de curativos nos dias agendados, usar cintas sempre que indicado e manter uma alimentação leve e saudável.

O cirurgião plástico Marco Cassol lembra que a tensão excessiva decorrente da atividade física pode ser prejudicial para o processo de cicatrização, de modo que não é recomendável retomar a atividade física antes de, em média, um mês e meio de realizada a cirurgia. “A cicatriz demora ao menos dois meses para ganhar força. Antes disso, se forçada, poderá alargar e ficar mais evidente”, complementa o cirurgião plástico Marcelo O.

Já o cirurgião plástico Tiago R. alerta para a importância de, mesmo durante o inverno, evitar a exposição ao sol, já que manchas e inchaços podem surgir logo após o procedimento cirúrgico.

Segundo ele, o ideal é não se expor ao sol por cerca de 30 dias após qualquer cirurgia, mas esse tempo pode se estender para até 90 dias. “O importante é ter tempo hábil para a preparação à cirurgia plástica, que envolve a mudança de alguns hábitos, quando necessário, e realização de exames e os cuidados pós-operatórios”, afirma Tiago R.

Entre os hábitos que devem ser revistos visando uma melhor recuperação no pós-operatório está o de fumar. De acordo com Marco Cassol, o ideal é que a redução ou eliminação do fumo seja combinada previamente com o médico, para o caso de haver a necessidade de suporte medicamentoso.

“O mínimo aceitável de fumo é nada, mas é melhor diminuir do que não fazer nada”, defende. Dormir pouco e se estressar também devem ser cortados da rotina ao máximo. “O paciente deve aproveitar esse momento da cirurgia para diminuir o ritmo e se autoavaliar, se sentir, se enxergar. É um momento único, inclusive de reavaliação emocional”, aponta.

No quesito alimentação, não é preciso transformar radicalmente a dieta, mais um aporte maior de proteínas e vitaminas através do consumo de frutas, verduras, soja, carne, leite e ovos, é mais que bem-vindo. Entender que a intervenção nutricional pode interferir de forma benéfica na evolução do pós-operatório é um processo que deve ser iniciado antes da cirurgia e se estender pelo menos até a recuperação plena.

“A alimentação pode melhorar ou piorar a recuperação, tudo depende da postura do paciente em relação a sua própria saúde. Cada detalhe pode fazer a diferença”, assegura o cirurgião plástico Anderson P.

A drenagem linfática também pode ser uma excelente aliada do pós-operatório.

De acordo com Candida Camelo, esse procedimento é responsável por estimular o organismo a eliminar os líquidos que causam o inchaço e os edemas, além de acelerar a recuperação e melhorar a qualidade da cicatrização, já que aumenta a imunidade do paciente e evita a formação de nódulos, fibrose e queloides.

“Geralmente a paciente recebe alta para iniciar a drenagem assim que a paciente suportar uma manipulação local, o que acontece 4 ou 5 dias após a cirurgia, porém fica a critério do cirurgião e das condições físicas do paciente”, explica, alertando que não se deve realizar mais de 15 a 20 sessões.

 

Entrevista  cedida ao site Globo.com 

Fonte: Bem Estar – GNT

Preenchimento Região Maçã do Rosto Rearmoniza Face Sem Cirurgia

Com o mesmo poder de transformação de uma cirurgia plástica, mas zero cortes, o preenchimento malar é o queridinho das famosas para conseguir harmonia entre olhos, boca e nariz e um rosto mais jovem, além de um efeito “blush” nas bochechas.

Dentre as celebridades que já recorreram ao tratamento para ter uma face mais delineada e feminina estão Iggy Azalea, Cameron Diaz, Fátima Bernardes e diversas misses, principalmente pelo resultado e simplicidade do procedimento, como explica o cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Marco Cassol.

“É um procedimento muito tranquilo, apesar de deixar um pouco inchada a região. É feito em consultório em cerca de 30 minutos, com anestesia local, e o resultado fica muito harmônico, gracioso, sutil e impressionante”.

O tratamento é mais procurado por mulheres com menos de 30 anos, mas está liberado para todos, em qualquer idade, desde que sejam tomados certos cuidados. “Pessoas que tomam anticoagulantes, por exemplo, até podem se submeter ao preenchimento, mas devem avisar o cirurgião para que tudo transcorra bem.

Por isso, é essencial escolher um profissional qualificado, até mesmo para que ele use as quantidades corretas de acido hialurônico, que variam de 1 a no máximo 3 ml de cada lado do rosto”, esclarece Marco Cassol.

No entanto o cirurgião plástico alerta que o preenchimento malar não resolve todos os incômodos com a face. “Pacientes com ptose, que é a queda do terço médio do rosto, não é com preenchimento que a gente resolve”, ressalta.

1
Olá!
Você quer realizar alguma cirurgia e gostaria de tirar alguma dúvida?
Powered by